Um pouco de História do Recôncavo

domingo, 1 de agosto de 2010

As Filarmônicas

As filarmônicas fazem parte da história e da cultura do Recôncavo Baiano. Estas entidades seculares resistem as adversidades e a falta de apoio das novas gerações. Curta um pouco do trabalho destes "heróis da resistência".

terça-feira, 27 de julho de 2010

Preservando a Cultura do Recôncavo Baiano


Esta apresentação ocorreu no município de Vera Cruz BA. Fez parte da X Feira Cultural do Centro Educacional Monteiro Lobato. Valorizar a nossa cultura é uma questão de sobrevivência.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Saveirinhos de vela de içar


Estes saveirinhos representam uma tradição de mais de 400 anos. Fazem parte de uma associação com o objetivo de manter viva a história do saveiro de vela de içar que durante muito tempo foi o principal meio de transporte do Recôncavo Baiano.

sábado, 24 de julho de 2010

Recôncavo Baiano

O Recôncavo Baiano é a região geográfica localizada em torno da Baía de Todos os Santos, abrangendo a Região Metropolitana de Salvador, onde está a capital do estado da Bahia, Salvador. As outras cidades mais importantes são: Candeias, São Francisco do Conde, município onde se localiza a Refinaria de Landulfo Alves, Madre de Deus onde se localiza o Terminal Marítimo da Petrobras, Santo Amaro (as margens do rio Subaé), Cachoeira e São Felix, as margens do rio Paraguaçu.
A região é muito rica em petróleo e na agricultura da cana-de-açúcar.
O termo, dicionarizado como brasileirismo , tem como sinônimo apenas recôncavo, na acepção de "extensa e fértil região da Bahia" e deriva da situação geográfica, em torno da Baía de Todos os Santos, que guarda grande riqueza cultural e histórica.

Você conhece a lenda do Kirimurê?

Conta a lenda indígena tupinambá, que no começo do mundo, um majestoso pássaro de plumas brancas alçou vôo do centro do universo e seguiu dias e noites sem parar, à procura do paraíso para pousar. Quando avistou o local que buscava, caiu exausto sobre ele e morreu. No seu leito de morte, suas longas asas transformaram-se em praias e, no lugar em que o coração bateu, a terra abriu-se formando uma grande e profunda depressão que as águas do mar invadiram, reservando seu centro para uma ilha que seria a rainha de todas as outras. Assim nasceu Kirymurê, para os índios. A história que está nos livros conta que Américo Vespúcio vislumbrou “uma grande e bela baía” no dia 1º de novembro de 1501, e chamou-a de Todos os Santos por ser esta a homenagem do dia no calendário católico.